domingo, 22 de maio de 2011

Não Faz Sentido! - #PrecoJusto

quarta-feira, 30 de março de 2011

Os Jovens e a Leitura



Os Jovens e a Leitura


Michéle Petit é antropóloga, pesquisadora do laboratório de dinâmicas Sociais e recomposição dos espaços do Centre National de la Recherche Scientifique, na França.
Este livro é fruto de vários trabalhos, nos quais somam a brilhante carreira de Michéle Petit. Como por exemplo: Adireção de um estudo na zona rural francesa, e tambem, sobre o papel das bibliotecas públicas na luta contra os processos de exclusão e segregação, tendo por base, entrevistas com jovens de bairros marginalizados.
'um trecho que me marcou neste livro; é o que díz o escritor italiano Alessandro Baricco':
"pessoalmente prefiro a dominação das narrações à dominação exercida pela ciência, a filosofia ou a religião. No filósofo, no erudito ou no padre, há sempre uma espécie de autoridade que não se encontra no escritor".
O que tambem me surpreendeu em um estágio desta leitura; foi a entrevista com um agricultor francês; ele díz:
"Você sabe, eu e minha mulher tivemos sete filhos; issoé algo que realmente mantem uma pessoa ocupada. Sempre encontrávamos um jeito de dividir o trabalho, nós nos virávamos. Então, não me venha com essa história de 'não tenho tempo'. Isso não existe. Quando queremos nos organizar, nós conseguimos".
'Sublinhei a frase "isso não existe", pelo fato de que tambem costumo pronúnciá-la. 'É uma espécie de ironia para mostrarmos que é possível conquistar algo valioso em nossas vidas; porém é necessário que as pessoas promovam estratégias de crescimento profissional e pessoal.
Estou convícto de que esta leitura, para me, será de grande valia _ reforçando assim o prazer pela literatura.


                                                                   Claudio Faryas

O que é Ser Jornalista

O Que é Ser Jornalista







              
 
                                  Memórias profissionais de Ricardo Noblat
Este livro é da série, o que é ser, concebida pela editora Record. Retrata a trajetória de um profissional de caráter, honestidade e muita credibilidade. Ricardo Noblat nasceu no Recife, onde se formou em jornalismo pela universidade católica de Pernambuco, trabalhou nos maiores veículos de comunicação do país, entre eles, O Globo, Manchete, Veja e Isto É.
 Entre 1994 e 2002 dirigiu a redação do correio braziliense, sua carreira é pontuada por alguns acontecimentos políticos, como quando foi demitido do JB após a eleição do presidente Fernando Collor de Melo e o episódio de censura ao Correio Braziliense em 2002.
 Noblat é autor de céu de Favoritos, A Arte de Fazer Um Jornal Diário e co-autor de O Complo que elegeu Tancredo.
Em um trecho do livro, Noblat menciona a época em que o Correio Braziliense, jornal em que trabalhava, apareceu no jornal nacional da tv Globo pela primeira vez, tambem quando a revista Time citou o correio em três linhas. Publicamos um anúncio de página inteira, almeja, faça como a revista Time..., leia o Correio.
 Noblat deixa claro que se você não celebrar seus êxitos, ninguem celebrará.

 Em homenagem ao Carlos Domingos, que me presenteou com este livro durante um passeio ao morumbí shopping.







                                                                                          Claudio Faryas





Instinto Canino

A minha primeira poesia

Transmitindo um vasto brilho, com o seu olhar esplêndido, é o que deixa transparecer a minha cadelinha Mel, ao dirigir o seu doce olhar a alguém.
 Uma pequena cadela; dentre as menores raças, exibe a sua delicadesa em todos os sentidos; a compostura ao caminhar, sua cauda curta; quase insignificante. Ao dormir...
 O sono intenso, na cama ultra-aconchegante.
 Sua cabeça dissimulada, entre as patas, a sua fina audição, alerta.
 Ao sondar a imensa escuridão da noite, parece enxergar seres minúsculos; um latido..., em defesa do seu patrimônio e do seu melhor amigo... esse é o meu instinto.


                                                                                                     Claudio Faryas