quarta-feira, 22 de abril de 2015

Eu te darei uma rosa

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Eu te darei uma rosa,
a flor de maior simbolismo,
consagrada entre as deusas da mitologia
 
Uma rosa eu te darei,
em razão da tua beleza,
representando assim essa harmonia
 
Eu te darei uma rosa,
por me inspirar a escrever esse poema realizando uma viagem ao imaginário
 
Eu te ofereço uma rosa vermelha,
significando o ápice da paixão, o sangue e a carne, parabéns pelo teu aniversário!



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eu te desejo




...Que encontre muitos amigos e muitos amores eu te desejo
 
Muitos trabalhos, sonhos e realizações eu também te desejo
 
A paz e o amor interior eu te desejo para que tenhas êxito nas tuas conquistas
 
Tudo o que tu desejar de especial aos teus semelhantes, também é o meu desejo
 
Desejo de ser, de ver e de viver... Esse é o desejo teu, o meu e de todos nós
 
Eu te desejo talento pra cantar, encantar e fazer sorrir...
 
                                       Esse é o meu desejo...
                                                                                                                     
                                                                                                                                      Claudyo Farias
        
        

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Vamos sentir saudades do Orkut

 

Adeus ao Orkut
Após dez anos de conversas e conexões sociais on-line, nós decidimos que é hora de começar a nos despedir do Orkut. Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut e, por isso, decidimos concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.
O Orkut não estará mais disponível após o dia 30 de Setembro de 2014. Até lá vamos manter o Orkut no ar, sem grandes mudanças, para que você possa lidar com a transição. Você pode exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de Setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google. Para mais detalhes, por favor, visite a Central de Ajuda.
Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles de vocês que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.
 
 

domingo, 13 de abril de 2014

O Que É Um Beijo?


Um beijo, afinal de contas, o que é? 
Um juramento feito um pouco mais de perto, 
uma promessa mais precisa,
uma confissão que se quer confirmar, 
Um grifo róseo sob o

verbo amar;

É um segredo que faz da boca ouvido, Um instante de infinito; que faz de um zumbido de abelha,
Uma mensagem com gosto de flor;
Uma maneira de se respirar um pouco o coração
E saborear-se um pouco a alma pelos lábios!

Um beijo, afinal de contas, o que é?
Um voto que se faz mais perto, uma promessa mais firme, uma confissão que se quer confirmar,  um ponto róseo sob "i" do lábio que
se adora; É um segredo que faz da

boca ouvido, um instante de infinito que faz um zumbido de abelha, comunhão com gosto de pétalas, um modo de aspirar o coração no rosto,
E saborear, um pouco, a flor dos lábios, a alma...
                                                                                                                          Cyrano de Bergerac - Rostand
 



 

 

 

 

 




 

 

 



 
                                                                                                  

 

 




 




 

 



 
 
 

 



 

 

 



 



 

                                                                   



 
 
 
 
 
 
 



 

 
 
 
 
 
 
 
 


 
 

 
                                                                       

 

sábado, 18 de janeiro de 2014

Sem acessibilidade não há inclusão














Acessibilidade é o tema do    documentário produzido pelos acadêmicos do 7º semestre da faculdade de jornalismo da universidade FIAM - FMU. Como personagens reais do documentário participaram, Douglas Fernandes, 31 anos, operador de telemarketing, Tatiana Rolim, 35, psicopedagoga e escritora e Paulo Polycarpo, 51, aposentado. 
A narração teve a participação especial de Netinho de Paula. Com o  apoio da TR Inclusão, Secretaria municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida da prefeitura de São Paulo, e da CONADE - campanha nacional da acessibilidade.

domingo, 22 de setembro de 2013

Viver intensamente


O simples fato de você existir
Já é um bom motivo pra viver,
Mas viver intensamente,
Porque você sabe sorrir!

Dádiva oferecida por Deus
Este seu sorriso generoso,
Compartilhando felicidade
Aos semelhantes teus

Carisma é algo mais belo em ti,
Fortalece o ego e engrandece
O espírito de quem não sabe
O verdadeiro valor de existir.

Dizem que viver é sorrir e chorar!
Só te conheço através do sorriso.
Não é blá, blá, blá, não! Porque 
Conheço essa beleza tão espetacular.

Viva a vida com muito carinho,
Viva a razão de viver,
Viva o 22 de setembro!
Parabéns Michele Agostinho!


domingo, 23 de junho de 2013

A Evasão do Ensino Superior no Brasil


 evasão do ensino superior é um fator preocupante para o Estado brasileiro. O crescente número de estudantes que abandonam a faculdade revela um diagnóstico de que a educação básica não preparou os os alunos para ingressarem na universidade. 

O crescente número de estudantes que abandonam a faculdade revela um diagnóstico de que a educação básica não preparou os os alunos para ingressarem na universidade. Pesquisas mostram que mais do que por escolha errada estudantes largam largam cursos por dificuldade de rendimento. 

Hoje menos de setenta por cento dos alunos que ingressam na universidade se formam. Pesquisa da Universidade de Brasília revelou que a repetência em uma mesma disciplina ou a falta de bom rendimento, de modo geral são as maiores causas da evasão do ensino superior.

O problema da evasão escolar é discutido desde muito tempo, os motivos são inúmeros, especialistas acreditam que o problema pode estar relacionado à questão cultural e social.


"Essa evasão está muito ligada à questão social, a forma como os códigos são colocados pela elite se tornam de difícil compreensão para aquelas pessoas que não nasceram naquele 'berço', então isso acaba dificultando com que as pessoas tenham um rendimento melhor por tratarem de temas onde as famílias que têm um pai professor ou alguma formação melhor, esse essa linguagem se torna uma coisa natural para essas crianças", diz o o sociólogo Claudio Diniz. 

Nas universidades é comum encontrar estudantes que ainda não decidiram que área seguir. "Fiz Arquitetura e Urbanismo, é um curso legal mas eu acabei desistindo porque eu vi que não era pra mim, eu achei que ia começar a gostar mas não", relata o estudante de publicidade Hudson Dantas. 

"Desde pequena no ensino médio sempre gostei de comunicação, de me expressar, sempre participei de grêmio, acho que isso é bastante importante para a escolha, eu ia escolher RH mas um amigo falou, não, vai atrás do que você realmente quer, você têm que trabalhar com o que gosta, você gosta de informar, de conversar com as pessoas, faz jornalismo que é a sua área", lembra a estudante de Jornalismo Gabriela Constantino.



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A Maior Tragédia de Nossas Vidas

Por Fabrício Carpinejar


Imagem: Fabrício Carpinejar










Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça.

A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta.

Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.

A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.

As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.

Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.

Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.

Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.

Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.

Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.

Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.
 
Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?

O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.

A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.

Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.

Mais de duzentos e quarenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.

Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.

As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.

Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.

As palavras perderam o sentido.
 
 
 
Fabrício Carpinajar é gaúcho, escritor, jornalista e professor universitário, autor de vinte e um livros, pai de dois filhos, um ouvinte declarado da chuva, um leitor apaixonado do sol. Quando conseguir se definir, deixará de ser poeta.

sábado, 26 de janeiro de 2013

O primeiro doutor em Jornalismo no Brasil _ o alagoano José Marques de Melo

 

Publicado em 01/03/2012
Entrevista com o Prof. Dr. José Marques de Melo, Professor emérito do departamento de Jornalismo da ECA/USP. A entrevista está inserida no projeto "Memórias ECA 50 anos", cujo objetivo é resgatar as memórias de ex-professores, diretores e funcionários da instituição. Para mais informações e outros vídeos, acesse: http://www.eca50.com.br/.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Mulheres no Graffiti


Há dez anos elas somavam apenas quatro ou cinco em São Paulo, hoje se multiplicaram

Amanda Pankill em ação

Olá! Essa semana vamos falar de um tema um tanto quanto desconhecido, mas que está bem próximo de nós, ou melhor, próxima. Estou falando das grafiteiras, você conhece uma? Pois é, há tão pouco tempo eu também não conhecia uma mulher que faz graffiti. Hoje em dia quem ignora uma grafiteira pode até ser chamado de machista. Para perceber o quanto é comum a presença das mulheres no graffiti, basta dar uma olhadinha nas pinturas de fachadas, muros e, onde quer que exista espaço para elas pintarem. Ao olhar no graffiti, repare bem na assinatura e veja quantos nomes femininos existem nos graffitis por aí. Há até grafiteira brasileira listada entre as 150 mulheres com coragem e vontade para mudar o mundo, estou me referindo à Panmela Castro, grafiteira carioca que foi reconhecida pela revista americana Newsweek.

     “Graffiti para mim não é apenas pintar uma parede com spray, é um estilo de vida”, quem diz isso é Amanda Pankill, de 29 anos, formada em design gráfico. Pankill não vive apenas do graffiti, ela trabalha com arte-educação há seis anos. Ela relembra que quando começou a grafitar  há pouco mais de dez anos, eram poucas as referências de mulheres que pintavam. Segundo Pankill, eram quatro ou cinco mais conhecidas em São Paulo. “Conquistamos um espaço bacana de lá pra cá, e hoje já se vê muito mais meninas pintando,” ressalta Pankill. Quando pergunto se existe um dom para se tornar uma grafiteira, Pankill é bem franca em dizer que “acredita em pessoas que possuem certa facilidade para alguma atividade, mas claro que ela precisa trabalhar e desenvolver aquilo cada vez mais”, completou.
 

A arte de Amanda Pankill
 
O primeiro graffiti de Pankill foi feito na região do bairro do Tatuapé em São Paulo, próximo à escola que ela estudava, com amigos que à incentivaram a grafitar. “Eles conseguiram esse muro e me chamaram para participar. Até hoje há indícios das nossas pinturas, mas já está bem velho e também outras pessoas ‘atropelaram’,  fizeram outro graffiti por cima”, relembra Pankill. Para ela,  o graffiti brasileiro é diferente do graffiti do mundo todo, aí ela completa dizendo que “Temos algo muito próprio, conquistamos isso, por essa razão, o graffiti brasileiro, hoje em dia é muito respeitado lá fora”. O estilo grafiteiro de Pankill é mais feminino do que nunca. Em seus trabalhos sempre há uma face feminina. Ela contou que sempre quis fazer um trabalho que não mostrasse apenas o lado ‘feminino forçado’, então optou por fazer seus trabalhos retratando meninas, mas sempre mais obscuros, com temas meio polêmicos ou mais pesados. No graffiti, Pankill também faz letras, ela conta que esse estilo é visto como um pouco mais agressivo e é feito mais pelos meninos. Pankill não fez curso para grafitar, ela conta que aprendeu com os amigos que grafitavam. Ela acrescentou que hoje existem oficinas para dar os primeiros passos, e concluiu dizendo que “graffiti se aprende realmente na rua”. Completando o time das grafiteiras brasileiras em destaque, podemos citar a carioca Panmela Castro, de quem falei lá em cima, a paulistana Tikka e Nina Pandolfo que também é paulistana. Se você conhece uma grafiteira, escreva pra nós.

Veja um pouco mais da arte da Amanda Pankill em http://www.flickr.com/pankill